Quem decide onde almoçar decide depressa e decide perto. Ninguém conduz vinte minutos para experimentar um prato do dia. Por isso, um anúncio de restaurante funciona quando aparece à pessoa certa, no sítio certo, pouco antes de ela decidir.
Isto tem três consequências práticas. A zona é curta. O que se mostra é a comida, e não o restaurante em abstrato. E o anúncio pede uma coisa concreta: uma reserva, uma mensagem, uma visita a uma hora em que a sala costuma estar vazia.
Desde que a Meta juntou os interesses detalhados em grupos largos, já não adianta afinar o público ao milímetro. O que resta ao restaurante para fazer a diferença é a imagem que mostra e o que o anúncio pede às pessoas.